25 junho 2006

DVD Ala Feminina Brasil


Radical Zone Vídeos apresenta o lançamento do 1˚ dvd de surf feminino lançado no território brasileiro DVD Ala Feminina Brasil. Uma produção da jornalista e video maker Isabelle Nara que vem acompanhando o desenvolvimento do surf feminino através das lentes nos principais campeonatos de surf.

     O DVD conta com o vídeo principal “Ala feminina Brasil” com 40 minutos de surf-performance das melhores surfistas no Brasil: Silvana Lima, Francisca Pereira, Claudia Gonçalves, Andréa Lópes, Juliana Guimarães, Juliana Quint, Tais de Almeida, Suelen Naraisa e mais algumas atletas de destaque. Picos das filmagens: (RJ) Saquarema, Búzios, Recreio, Macumba, Barra da Tijuca, (SC) Rosa, Guarda do Embaü, (SP) Maresias, Itamambuca, Félix, (NO) Praia do Cupê e Francês.

   O DVD expõe também um documentário com as 2 atletas brasileiras que obtém os melhores resultados do Brasil no circuito mundial de surf. As cenas do extra “ Ala Gringa” foram gravadas no Hawaii e na Ilha de Fiji, com uma co-produção do empresário da atleta Jacqueline Silva, Bira Schauffert, que também ja atuou com técnico da  cearense Tita Tavares no tour WCT. As entrevistas que compõe o vídeo foram gravadas pela jornalista Isabelle no lugar de origem de cada atleta, no Sul e nordeste do Brasil.

    Outro vídeo do DVD é o “Ala Free Ondas Brasileirinhas” com free surf e entrevistas em Ubatuba, Trindade RJ e na Macumba RJ e o vídeo “Ala Nova Geração Cascudinhas” com a performance dos mais novos fenômenos do surf feminino: Tininha e Luana Coutinho.

     O DVD esta sendo lançado desde agosto de 2006 junto com o “1˚ Festival Ala feminina de Vídeos de Surf”, um evento itinerante com a exposição da cultura do surf pelas principais capitais do surf no Brasil. 

 

Mais informações alafeminina@gmail.com

Preço promocional de lançamento

1 DVD Ala feminina + 1 paranifina stycky bumps – $ 33,00

Enviado por correio – $ 35,00

Preço DVD Ala Feminina Brasil

$ 30,00+ correio $ 2,00.

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*dvd duplo e mais promoções  

radicalzone.mkt@gmail.com

TV Ala Feminina

09 maio 2005

Materia Jornal, Windsurf Carioca de Cara Nova

A praia do Pepê é o palco de windsurfe há três décadas. Antes do glamour de mulheres bonitas, do show de futevôlei e da própria urbanização da orla com a ciclovia o pessoal já se reunia na busca da integração total da natureza com as técnicas humanas de velejo.
A guarderia de equipamentos de vela, que se localiza ao lado do quiosque do Pepê na Barra, passou por reformas durante o inicio do ano de 2005. A responsável pela valorização do windsurfe no Rio é a nova Associação Carioca de Windsurf (ACW), também regulamentada no inicio de 2005. Guto Brito pratica windsurf há mais de vinte anos e depois que descobriu o esporte não largou mais, agora esta na linha de frente do Wind carioca com a presidência da associação.
O windsurfe chegou no Estado na década de 70 através de pranchas importadas, na Lagoa de Marapendi e em Búsios. O esporte começou a ser praticado nas ondas do Rio, na praia do Pepê, pelos estrangeiros que encontravam as condições ideais para a prática da modalidade. A localização geográfica é perfeita para velejar de Wind através dos canais de ventos que formam entre as Ilhas da Tijuca e a Pedra da Gávea. Assim, devido aos ventos fortes, o local possibilita um grau maior de ousadia nas manobras radicais, como saltos.
A praia é considerada como uma das mais bem freqüentadas da cidade. Hoje, os velejadores são vítimas do próprio sucesso, sofrem com a praia lotada, que dificulta o acesso ao mar. Nos dias que há bons ventos a guarderia cria um caminho cercado por placas até o mar para os praticantes passarem com seus equipamentos. Segundo o Vice- presidente da ACW, Conrado Estrella, nem sempre é respeitado, algumas pessoas ficam no meio do caminho e ainda reclamam de passarem com as velas, que podem passar dos quatro metros de altura.
A praia cheia em frente a guarderia é devido ao movimento que o esporte criou nas décadas de 70 e 80. De acordo com o presidente da ACW, Guto Brito, dez anos depois que a praia começou a ser freqüentada pelos velejadores, é que o movimento nesta parte da praia da Barra não parou mais de crescer.
O surfista e amante dos ventos Pepê foi o pioneiro na época vendendo sanduíches e comidinhas naturais para os esportistas que marcavam presença na área. O esportista Pepê morreu vítima de um acidente de asa delta numa competição no Japão, hoje ele é homenageado com uma escultura e no nome na praia.
A reforma na guarderia durou dois meses teve um investimento de R$ 35 mil, patrocinados pela comunidade da vela e uma operadora de telefonia, além do apoio do Governo municipal. ACW criou um espaço para o esporte crescer e se desenvolver. A nova área tem capacidade para aumentar o numero de filiados possibilitando vagas para os praticantes guardarem seus equipamentos, sem precisar montar, desmontar e transportar toda vez que a praia apresenta boas condições de ventos. Oferece segurança, aulas para os iniciantes e avançados.
- O antigo responsável pela guarderia, Rio de Janeiro Windsurf Club (RJWC) trazia a idéia de acesso mais restrito, um clube particular, já com a associação podemos integrar toda a galera do windsurf fluminense. Diz o Presidente da ACW Guto Brito.
ACW tem o objetivo de ampliação geral do esporte, com desenvolvimento de competições estaduais, suporte técnico aos praticantes e aulas para os novos interessados. Visa beneficiar o maior número de pessoas e crescer com a modalidade em busca de reconhecimento, como uma associação de velejadores e flotilhas (vários tipos de barcos).
A associação tem 165 filiados, uma estimativa de 300 velejadores ativos no Rio e mais mil praticantes que se aventuram eventualmente. Em todo o Estado há um total de 1500 praticantes de Wind.
Associação também se preocupa com o meio ambiente, tendo um cuidado especial ao redor da área da guarderia, com a limpeza e a manutenção da praça. Dentro da guarderia um projeto de jardinagem, coqueiros, bromélias, plantas e a vegetação restinga que ajudam na beleza do lugar e no ciclo natural da praia.
- Um bem ao patrimônio público e um bom lugar para se freqüentar, diz Brito, que além de presidente da ACW foi o coordenador da reforma.
A população deu apoio total a reforma. A freqüentadora da praia e farmacêutica Luciana De Moraes, adorou o novo visual da guarderia.
– Eles mudaram bastante, ficou mais moderna e aconchegante para o pessoal. Sem as grades longas e com as flores e fotos. Eu gostei.
A primeira guarderia foi construída no final de 1995, com uma estrutura estilo havaiana. Em 1998 houve um acidente que provocou incêndio, gerando um grande prejuízo para os amantes deste esporte radical. Há histórias de atletas profissionais que perderam até cinco velas - equipamentos de alto custo para longa duração. Toda a comunidade do windsurfe ficou comovida com a tragédia. Como sendo um esporte de extremo desafio dentro do mar, fora do mar também é, os velejadores não desistiram e logo no mesmo ano foi construída uma nova guarderia, não tão adequada às necessidades de estrutura para eventos esportivos, mas que servia para dar suporte aos praticantes locais.
A reforma de 2005 é a terceira na área, investido em toda a área da jardinagem, na escola de windsurf, em fotos de atletas patrocinados em painéis, suporte técnico para os atletas, e jet sky, bote, bóias e juízes para as competições. ACW visa principalmente a expansão profissional com campeonatos regionais nas diferentes modalidades:
Fórmula: percurso de regata, com uma sessão longa, exigindo do atleta técnicas para orçar bem. Slalon: são regatas em forma de oito, com duas bóias, execução de jibe, em que o atleta vencedor é o que completa um número de voltas por primeiro. Wave competição nas ondas com pulos, manobras de pressão, pontuação para a melhor performance na onda e a maior onda surfada com radicalidade.Free Style competição de manobras, rodopio, base invertida, o free da criação do Wind, semelhança com o skate.
O primeiro evento promovido pela associação foi no começo de abril junto com a reinauguração da nova estrutura. A segunda etapa do campeonato carioca acontece nos dias 27 e 28 de agosto trazendo o melhor do wind surf para a cidade maravilhosa.
- A perspectiva para 2005 é muito boa, devido aos eventos que vamos promover durante o ano para divulgar o esporte e para evolução de atletas. – diz o vice presidente da ACW, Conrado Estrella.
A Associação também oferece uma estrutura de desenvolvimento de atletas que vão treinar para as seletivas de uma vaga no Pan do Rio. O ”pico” é freqüentado por cerca de 20 atletas de ponta, que entre as viagens e competições velejam na Barra contribuindo para a evolução do esporte.
Entre eles estão Kauli Seadi, campeão Mundial da etapa PWA Word Tour, Super X 2003, o campeão dos campeões, e fera do esporte desde criança. Atualmente é o segundo colocado no ranquing de 2005 na modalidade Free Style.
E o “fenômeno” carioca Ricardo Campello que é o velejador mais jovem da história do windsurf mundial a conquistar um campeonato. Aos 18 anos foi campeão mundial na modalidade Free Style. Começou a velejar com 14 anos e aos 17 já estava disputando o circuito mundial de windsurf (PWA).
Uma raridade no windsurf disse Conrado Estrella, pois a evolução neste esporte de pura técnica é muito lenta. Cada ano é um passo no esporte, é importante ter dedicação e estilo próprio para chegar na posição que esses dois atletas chegaram.

23 janeiro 2005

Guarda do Embaú um pico com uma das melhores ondas do Brasil


Santa Catarina tem um litoral de 560 km com 500 praias de paisagens deslumbrantes. Daqui do Sul, vamos trazer informações das principais praias para a pratica do surf, sobre as trilhas e formação de ondas. Hoje vc confere as condições ideais para surfar na praia da Guarda do Embaú um pico famoso com uma das melhores ondas do Brasil e com um visual incrível. A 20 minutos ao sul de Florianópolis fica essa pequena vila de pescadores, situada na Reserva da Serra do Tabuleiro. Antigamente a Guarda do Embau era freqüenada apenas por pescadores e surfistas que buscavam na natureza um refugio.
Uma onda descoberta em 1974, e naquela época os surfistas mais fissurados arrancavam as placas da estrada para manter o pico secreto. Segundo estórias dos nativos, o nome da praia surgiu do fato de nos séculos passados piratas que iam naufragar, enterravam seus tesouros na costa, Guardados em baú. Os boatos de tesouros na região seguiram por muitos anos e o nome se distorceu para Guarda do Embau.
A praia esta entre as 10 melhores do Brasil para a pratica do surf e por sua natureza. No verão transborda turistas por todos os cantos. Para pegar a tão sonhada onda da guarda vc atravessa o Rio da Madre, caminhando ou de barquinho. A agua doce que se encontra com o mar traz todo o encanto deste pico de surf. Aqui o pessoal também aproveita para fazer passeios de caiaque.
Outro caminho ‘e a trilha pela mata ate a prainha do evori em que vc pode ir beirando o costao ate chegar no famoso pico das esquerdas, que apresenta características de point break. As direitas no meio da praia são consistentes e também podem ser incríveis. As ondas na praia da guarda sofrem grande variação, devido ao banco de areia que esta sempre mudando de acordo com o nível do rio. Suporta qualquer ondulação e ventos do quadrante norte. No verão que sopra muito nordeste o pico ‘e um dos mais constantes da região, com ondas de meio a dois metros de tamanho. Quando chega a frente fria e sopra o vento sul, a condição fica ideal para surfar na prainha. O acesso ‘e feito por trilhas em mata fechada ou pelo costao.

Prainha
A caminhada mais curta é a trilha pelo morro da guarda, que também pode te levar até a pedra do urubu. Quando ver a bifurcação seguir o caminho da direita em direção a prainha, a esquerda fica o caminho ate a pedra, o pico mais alto da região. Continuar na trilha ate encontrar a areia das dunas e seguir o rastro na subida. Depois é só curtir a linda vista da prainha. Praia deserta com vegetação rica no costao. No canto direito com ondulação de sul-sudeste a leste com vento sul produz direitas pesadas, junto as pedras, com estilo de point.break. No meio da praia as ondas tem pressão mesmo em dias pequenos. O canto esquerdo funciona, mas a dica de ondas boas ‘e no meio e no canto direito.

Na próxima matéria vc vai conhecer os melhores lugares para surfar no município de imbituba. O pico dos ventos em ibiraquera, a agitada praia do rosa e da vila onde saíram os últimos campeões mundiais de surf masculino. Ate la!

Não se esqueça deixe suas pegadas mas leve o seu lixo, seja consciente preserve.

09 novembro 2004

Retrospectiva do surf em 2004

Cicuito petrobras de surf feminino. O sol reinou em todas as etapas deste ano.  Na 1° em Itamambuca no litoral paulista, a final teve predomínio de melhores notas nordestinas com Tita Tavares e Silvana Lima, quebrando nas ondinhas. Andréa Lopes e Suelen Naraíza e as duas cearenses fizerem uma final eletrizante com ondas de meio metrão. Silvana mandou um aéreo alucinante e tirou nota nove e meio, foi o primeiro aéreo acertado por uma mulher numa competição no Brasil. Mas a alegria 

de Silvana durou pouco, pois ela cometeu uma interferência, remou na prioridade de sua adversária que já tinha entrado na onda, e perdeu metade de sua segunda melhor nota. Tita aproveitou a ocasião e fez uma nota 7 finalizando em 1° lugar, se consagrando vitoriosa dessa etapa. Pouco antes da realização da 2° etapa do Petrobrás, a ASP (Associação de Surf Profissional) determinou que os atletas que disputam na divisão de elite do surf mundial, WCT, não poderiam mais participar de campeonatos nacionais da segunda divisão. A nordestina Tita não pode se inscrever em Alagoas, mas foi convidada a orientar a categoria grommets, com até 12 anos, durante as baterias. "Fico triste por não poder competir, mas por outro lado, comigo de fora, novas meninas podem mostrar seu surfe e, quem sabe, assim surgir um talento. Gostei muito de ser convidada para ser treinadora e está sendo uma experiência muito boa",
comenta Tita, vencedora da etapa em Ubatuba/SP.A final da etapa nordestina foi surpreendente com a carioca Brigite Mayer se classificando para a disputa. Há dois anos que a veterana do esporte com 35 anos não   competitivo prometeu dar trabalho as outras meninas na disputa pelo titulo da etapa. A nova geração tomou conta da final na praia do Francês com ondas mexidas de um metro. A surfista de Saquarema, RJ de apenas 19 anos, Tais de Almeida quebrou o domínio nordestino de vitórias no circuito e superou suas adversárias, pegou uma boa onda e virou a bateria nos últimos passando Suelen Naraíza que esta liderando até o momento. "Esse ano eu estou mais concentrada e querendo voltar a brigar pelos títulos. Fiquei muito feliz de virar a bateria no finalzinho. Sabia que a onda certa iria chegar. Agora o negócio é manter a ponta no Rio de Janeiro", falou a campeã.

Apesar da virada de Tais no finalzinho Suelen ficou satisfeita com o 2° lugar. "A Taís estava no lugar certo na hora certa, mas fiquei feliz com meu segundo lugar, que me mantém na briga pelo título do Circuito”, disse a vice-campeã da etapa. Juliana e Brigite ficaram em 3° e 4° lugares.

Juliana Guimarães é uma das atletas de maior destaque na categoria feminina, mora em Niterói e tem 24 anos. Cabelos e olhos castanhos, divertida e bem competitiva fazem parte desta surfista que esta entre as cinco melhores do Brasil. Juliana garantiu duas finais seguidas no Circuito Petrobrás de Surf Feminino e finalizou o ano em 5ª colocação no ranking brasileiro Super Surf. Neste ano do Super Surf fez uma semifinal na praia de Maresias e somou dois 5º lugares, em Pernambuco e Santa Catarina. Juliana tem no currículo dois vice-campeonatos brasileiros, em 1999 e 2001.Ela começou a competir como profissional em 98 e tem participações em etapas do Circuito Mundial WQS, nos Estados Unidos e na África do Sul. No free surf, já surfou as ondas do Havaí (duas vezes), México, Costa Rica e Panamá. Também já pegou ondas na Pororoca, em plena selva amazônica, no Rio Araguari.
A ultima etapa de 2004, em areias cariocas, foi show de surf no canto do recreio. Com a chegada de um bom swell, ondulação, as surfistas desfrutaram da perfeição de ondas com um metro e meio de pura adrenalina. Mesmo com ondas fortes a galeria das iniciantes e o restante das categorias entraram no mar mostrando o surf no pé e no coração. Com o sol marcando presença junto com o publico que vibrava a cada bateria o fechamento do circuito foi um sucesso. A cearense Silvana Lima, bicampeã do Circuito, não conseguiu assegurar o tricampeonato, mas faturou a última etapa em uma final bastante disputada com as cariocas Taís de Almeida e Juliana Guimarães e a catarinense Juliana Quint. Silvana conseguiu pela primeira vez uma onda nota 10 e levou ao delírio o torcida presente na praia. "Foi a primeira nota dez de toda minha vida e estou muito feliz com isso. Consegui achar as ondas certas e mostrar o meu surfe", diz Silvana, que ficou comAlmeida, que apesar de ficar em terceiro lugaracumulou mais pontos durante toda a competição: 3928 pontos contra 3790 de Silvana Lima. A catarinense Juliana Quint ficou em segundo lugar na grande final e a niteroiense Juliana Guimarães completou o pódio em quarto lugar.  "Estou muito feliz por este título. Eu fiquei muito tranqüila durante o campeonato. Na final eu não consegui achar as ondas, mas o que importa é que venci o circuito", diz Taís que foi a campeã da etapa da praia do Francês (AL) e ficou em sétimo lugar em Ubatuba (SP).

Quando se chega na praia durante uma competição dessas, a magia feminina se manifesta com amplitude pelo ar. Varias meninas com suas pranchas, se protegendo do forte calor em baixo do guarda sol, observando torcendo, vibrando e prestando atenção na locução com as notas e curtindo o momento com um surf music na beira da praia de frente pro mar. Meninas de todas as idades com biquínis, laycra ou sleve ( roupa de borracha), cabelos presos ou soltos, sorrisos e a alegria de confraternizar estes momentos únicos na história do surf competição feminino do Brasil. O circuito é mais que um incentivo ao esporte, é a descoberta de novos talentos, o aprimoramento das já consagradas profissionais, um desafio superado a cada etapa realizada que fazem dos seus organizadores os mais vitoriosos.

O alto nível das meninas durante as competições, a essência de ser mulher, fazem da Alá Feminina do surf um esporte que deve ser consagrado como todo o prestigio por parte da mídia, a torcida, as próprias atletas e dos realizadores destes grandes eventos. O amor a esse esporte que esta em expansão pelo Brasil.