07 junho 2007

Expedição Gaia Surf Tour Teahupoo - 2

O Tahiti é desafiador sendo necessário ter um kit primeiros socorros em caso de cortes provocados pelos corais (muito normal para quem vai surfar), queimaduras do sol, envenenamento raro por stone fish, Ox Nohu, são tipo uns peixes pedras que ficam camuflados na encosta, se pisar num pelo menos duas semanas de cama! O pessoal ainda fala de tubarões de 2m que ficam fora da barreira de corais, isto é no outside com os surfistas!! Mas aqui a vida marinha é enorme, difícil acontecer um ataque. O povo local gosta muito de Pit Bull, vi vários na ilha, e em Teahupoo é bom andar com pedras na mão pois várias pessoas já foram atacadas. Eu não dei sorte e no domingo, final do Trials, estava indo para o campeonato as 6h da manhã e fui atacada por 2 pit bulls. O dono viu tudo e não fez nada, cara pirado! Levei 2 mordidas, uma no braço e outra no tornozelo. Fiquei assustada, perdi o dia de filmagem, fui para o hospital e na polícia dar queixa contra o doidão! Não tive ferimentos graves e graças a Deus muitas pessoas me ajudaram, mas sem dúvida foi assustador. Depois tive que lidar com esse medo diariamente pois os Tahitianos tem muitos cachorros e alguns ficam soltos na estrada ou no caminho até o point.

Na 2˚ semana fiquei me recuperando do ataque e para minha sorte não teve onda e ficou 4 dias chovendo muito. Virei noticia nesses dias, “uma jornalista brasileira foi atacada por pit bulls”, tava toda enfaixada. O repórter da globo Regis Resing, que tem o apelido de alegria-alegria, sempre chegava levando o meu astral e perguntava” Ta tudo bem querida?” Bruno Lemos também me deu uma super-força emocionalmente, entre outras pessoas que me cumprimentavam... Percebi que aqui a energia é forte, como se fosse um lugar para lidar e superar os próprios medos... das ondas e de outras situações. Vi vários surfistas  do Brasil e da Austrália todos arrebentados do coral de Teahupoo, videomaker da ASP com o pé todo infeccionado. Sério muita gente sofrendo e feliz ao mesmo tempo, louco não? As marcas de corais pareciam até troféu para alguns surfistas e isso até me consolou um pouco.

O WCT começou na sexta, dia 4/05, fiquei o dia todo num iate onde a ASP faz as entrevistas. O mar não estava tão bom e eu me recuperando do braço atingido, que foi justamente o que eu uso para filmar.! Decidi observar muito  neste dia para ver o que fazer durante a produção do meu vídeo.

Na 3˚ semana não teve ondas e o campeonato ficou paralisado por 6 dias.  Esse período foi o ideal para fazer amigos e se familiarizar mais com o lugar. Aqui em Teahupoo os atletas e o pessoal de imprensa  ficam hospedados em pensões e casas de famílias. Fiquei na casa da família Philip por 20 dias. Encontrei mais brasileiros nesta casa, a bodyboarder Juliana Freitas e longboarder Marcela Duarte, ambas vindo do Hawaii e que voltaram para lá depois de 15 dias, o fotógrafo da Fluir Sebastian Rojas, que virou meu camarada, e o surfista Adriano de Sousa, sempre pilhado em aperfeiçoar seu surf e ainda um bodyboarder australiano e um americano kitesurfista. Na casa tinha duas refeições incluídas, o café e a janta, era muito legal quando o pessoal se reunia. Vários dias agente comeu poisson cru, peixe cru com saladas e molho de coco ou limão, muiiito bom! E tem outras comidas típicas muito diferentes, frutas, saladas e pratos saborosos.

Durante esses “days-off“ fiz umas entrevistas interessantes, com Cory Lopes, Occy, Pancho Sulivan, Victor Ribas, Taylor Inox, Bruno Santos, Bernado Pigmeu, um Tahitiano e o repórter do programa da ASP. Como não tinha onda o pessoal ia mergulhar, remar de caiaque ou de pé num longboard, e jogar futebol no estilo dos brasileiros ou australianos.  Rolou umas moquecas com Hinano, a cerveja local muito saborosa. Que é outra coisa que os surfistas australianos e brasileiros gostavam de fazer quando não tinha onda.

Reportagem para revista Fluir Girls julho 2007

Por Isabelle Nara


02 junho 2007

Expedição Gaia Surf Tour Teahupoo - 1

A jornalista e vídeo maker Isabelle Nara começou a expedição Gaia Surf Tour no Tahiti. Ela relata como foi produzir vídeo em Teahupoo, numa das ondas mais perfeitas do mundo. 

Quando se tem um sonho o mais importante é não desistir e superar cada obstáculo em busca da realização. É no Tahiti que começo a minha primeira produção internacional de vídeos com uma expedição que vai durar um ano por países da Oceânia.Para chegar no paraíso tem que ter disposição, foram 27 horas de São Paulo até Pappete, capital do Tahiti, com uma conexão em Santiago do Chile e uma parada de 40 min na Ilha de Pascoa. A minha viagem começou dia 22 de abril as 9:45 da manhã em SP e cheguei no Tahiti 4 da manhã, hora local, no dia 23,  com um fuso horário de 7 horas a menos que o Brasil.

Quando o avião aterrissou o coração bateu forte e ao mesmo tempo senti uma certa tranqüilidade, uma Paz de Espírito por conseguir realizar este ideal. Logo no desembarque do aeroporto tinha um trio de Tahitianos cantando boas vindas, um som muito diferente e alto-astral. O surfista de SP Rodrigo Coxinha foi me buscar e levamos mais 1 hora de carro até Vairao, onde fiquei a 1˚semana. Nem consegui dormir pois Coxinha e seus amigos foram surfar bem cedo e já me botaram no esquema do barquinho e no jet sky para filmar as ondas de Vairao, em 2 spots com esquerdas de 3 a 5 pés, foi muito emocionante a 1˚ vez que filmei as ondas num canal de surf.

No dia seguinte já fui para Teahupoo, tinha começado o Trials do Billabong pro Tahiti, um evento classificatório para quem quer tentar uma vaga no WCT. A vila de Teahupoo tem uns 6 Kms beirando o mar, é onde termina a pista que vem desde Pappete, A ilha do Tahiti consiste em duas porções quase circulares com o centro de montanhas vulcânicas. Tem o comprimento de 85 km nos pontos mais distantes  e cerca de 1036 km².  Tahiti Nui ou grande Tahiti é denominada a parte nordeste e a sudeste é o Tahiti Iti (pequeno Taiti) ou Taiarapu. As ilhas são conectadas por um isthmus chamado de Taravao, uma pequena cidade. A parte Tahiti Nui é bem populosa principalmente perto de Pappete, Uma rápida passada que fiz pela capital vi macdonald’s, surf shops exclusivas, varias lojas de carros e os únicos sinaleiros da ilha. Uma boa infra-estrutura! O surpreendente foi ver uma favela e até congestionamento. Já o Tahiti Iti ainda é meio isolado e onde apresenta as melhores ondas. As vilas do lado direito da ilha são denominadas: Toahuto, Vairao e Teahupoo. A estradinha percorre toda a orla e quando as ondas estão boas da pra ver legal. Tem uns mercadinhos, muitas casas na beira da costa, algumas praias particulares, e alguns condomínios com casas enormes subindo as montanhas. Para pegar onda no Tahiti o ideal é ter um barco ou contratar um táxi boat pois as ondas ficam longe da beira. Em Vairao é quase 1 km de distancia, ou 45 min de remada, e em Teahupoo são 400m ou 15 min de remada. 

Deixamos o carro no final da estradinha. Ai atravessei a ponte em direção ao “point”, como a galera chama o lugar que fica em frente a onda de Teahupoo, e toda a organização do WCT. Esse caminho é bem astral com algumas casas, barcos na encosta, dois pequenos rios com várias flores de lótus, inacreditável a perfeição dos conjunto, montanhas, rios, flores e ainda ondas perfeitas e um sol de rachar! Cheguei no point, me cadastrei como jornalista, e já de cara consegui o barco de mídia para filmar. Lá fomos eu e minha câmera começar a produção nas esquerdas tubulares do Tahiti, nesse 1˚ dia tinha uns 4 a 6 pés bonitos. Eu nem acreditava tudo tão perfeito...sol, ondas e muitas novidades! Fazia uns dois anos que sonhava em fazer imagens nessa onda tão surpreendente e poderosa. As montanhas que ficam de frente para o pico são maravilhosas e me conquistaram de cara!  Filmei 4 dias de Teahupoo durante o trials.

Reportagem publicada na revista Fluir Girls julho de 2007

Por Isabelle Nara


27 maio 2007

O que vc acha de não ter mais a etepa feminina no Tahiti em Teahupoo?

A etapa mais desafiante do tour WCT feminino foi tirada do calendário por tempo indeterminado veja o que os surfistas do WCT masculino acham dessas mudanças

Kelly Slater – Eu acho que Teahupoo muito especial, um lugar onde toda energia se concentra em um só pico. Acredito que algumas surfistas ficaram desapontadas de perder a etapa  numa das melhores ondas do mundo.

 Bruno Santos –Tahiti para mim é superação. É uma onda difícil e são poucas que surfam bem. Keala Kennely foi a que mais me impressionou com sua disposição para pegar tubos.

 Pancho Sullivan – é um onda que intimida muita gente, acho que algumas surfistas não estavam acostumadas com o drop tão intenso e vertical.

Bernado Pigmeu – Eu acho ruim não ter mais o feminino. Para quem é casado e já tem mulher não tem problema. Se tem elas fica aquele clima, elas trazem um brilho para o outside. E outra é que ia ser legal ver a Sil e a Jac nessas ondas.

Raoni Monteiro – É uma etapa perigosa, muita gente não gosta de surfar aqui. Pode ser que por um lado seja bom mas por outro ruim, é um bom pico para treinar tubos. Acho que não podia ter tirado além de ter outras ondas para surfar aqui.

Cory Lopes – Eu acho que a maioria delas gostou da decisão pois é um pico que quando fica grande a onda é muito perigosa com a bancada de reef tão rasa.

Rodrigo Dornelles – Até pra gente do WCT é perigoso, era uma ou outra que se jogava mais. Elas ficavam mais nos dias pequenos e nesse ano ia ser ruim pois não teve ondas nem para o WCT masculino.

ASP ESCLARECE O PORQUE DAS MUDANÇAS NO WCT FEMININO

Segundo a assessora de imprensa da ASP (Associção de Surf profissional) Melissa Buckley a etapa de Fiji saiu no feminino, e também no masculino, por questões politicas de mudança de governo. “A população fijiana está numa espécie de crise contra o atual líder da ilha, como uma guerra civil, então a ASP preferiu preservar a integridade e segurança dos surfistas”, disse Melissa.

Já no caso do Tahiti a etapa foi descartada pois a janela de espera da competição era muito curta para realizar o masculino e feminino juntos. Isso proporcionava as surfistas surfar em condições não muito boas pois os juízes davam a preferência dos melhores momentos aos homens.

Melissa comenta que a ASP não descartou a etapa e que no futuro pretende voltar com a competição no Tahiti só que separado, com um período de realização exclusivo para as meninas. Existem comentários de que saiu por que a etapa feminina é muito perigosa, com algumas surfistas com receio de Teahupoo, não dropando as ondas na bateria ou tomando vacas monstruosas...

 Por Isabelle Nara

23 maio 2007

WCT Feminino perde as ondas de Teahupoo e Fiji em 2007

O calendário de competições do WCT feminino sofreu algumas alterações em 2007. As etapas mais tradicionais e desafiantes dos últimos quatro anos, Fiji e Tahiti, saíram do tour. Deixando algumas surfistas desiludidas com a evolução do surf profissional, principalmente as mulheres que estavam aprendendo a surfar ondas perfeitas e perigosas.

 ENQUETE COM AS MELHORES SURFISTAS DO MUNDO

Layne Beachley, australiana 6x campeã mundial: “Em Fiji 2006 nós tivemos o melhor cloud break que jamais vimos! Boas condições e ótimas ondas com mais de 6 pés sólidos e as meninas surfando muito. Foi super importante para o surf feminino pois saímos bem na mídia, nas TVs e em revistas com imagens alucinantes mostrando o nosso verdadeiro surf. É isso que as meninas precisam para evoluir e crescer o surf. Todas nós estamos desapontadas de que não vamos mais ter Teahupoo e Fiji porque são ondas desafiantes e muito perfeitas, proporcionando um bom retorno de mídia. E eu amo muito surfar ondas grandes.”

Kealla Kennely, havaina e big rider: “Fiji estava muito perfeito em 2006, agente sempre deu sorte lá proporcionando tubos incríveis e acredito que é uma das melhores ondas do WCT. Sobre o Tahiti, eu acho terrível tirar do calendário pois era meu campeonato preferido. Nós precisamos daquela onda no tour por que era um dos desafios que tínhamos de enfrentar durante o ano. Isso fazia com que o nível do surf feminino evoluísse e agora eu sinto como que da uma parada, infelizmente é como ficar no mesmo patamar.”

Rebecca Woods, australiana: “Fiji foi um sonho no ano passado, dias com 8 pés sólidos com as meninas surfando muito. É um dos meus picos preferidos, amo muito surfar em Fiji é muito perfeito e lá também tem fundo de coral como no Tahiti. Em 2005 foi o meu 1˚ ano no wct e eu estava com muito medo de Teahupoo, por causa de tanto ouvir falar dessa onda. O lugar é maravilhoso, a onda tem muito poder. E por causa do evento masculino as nossas baterias eram quando o mar ficava menor e condições não muito agradáveis, ficávamos como uma reserva, não acho muito legal.”

 Sofia Mulanovich, peruana e campeã mundial de 2004: ”Teahupoo é uma onda muito exigente e perigosa mas é muito boa ao mesmo tempo. É uma onda diferente e que exige muito de qual quer surfista. É uma pena que não vai mais ter pois acredito que era uma onda muito interessante para nós. Acho que para ser campeã mundial tem que ser melhor em todas as ondas e acredito que Teahupoo é pode mostrar isso, o potencial de campeã.

Heather Clark, sul-africana: “Eu fiquei muito desapontada assim como acredito que a maioria das surfistas profissionais também ficaram pois é uma onda com muito potencial. É uma onda perigosa por causa do reef mas muitas meninas surfam muito bem e pegam altos tubos. Eu fiquei triste do Tahiti ter saído do calendário. Todos os anos que fomos para o Tahiti sempre teve dias muito grandes mas as meninas acabam ficando com os dias menores por dar preferência ao masculino, então não era tão ruim.”

Clarie Bevilacqua, australiana: “Tahiti é um sonho, é um ilha muito verde, as pessoas são muito amigáveis. Minha mãe q  viaja comigo no tour fica com receio quando as ondas estão grandes mas quando as condições estavam boas, mesmo com medo, ela me impulsionava em Teahupoo e era muito incrível quando eu passava as baterias. Acho boa onda para ganhar experiencia gosto de tubos e ondas perfeitas...”

Chelsea Hedges, australiana campeã mundial de 2005: “Eu acho que a billabong não tinha como fazer o campeonato junto com os homens então eles colocaram a etapa do Brasil no lugar do Tahiti. As ondas intimidam muitas surfistas, algumas competidoras não gostam enquanto outras amam. Eu acho que tem que rolar campeonatos em lugares onde todas estão amarradonas para surfar. Acho que em Teahupoo você pode pegar um dos melhores tubos da sua vida mas também se esfolar nos corais altamente cortantes. Então eu fico triste mas ao mesmo tempo feliz pois as vacas são sinistras!”

Jacqueline Silva, brasileira há mais de 10 anos nos mundiais: “Teahupoo é uma onda difícil, um drop muito vertical, tem que entrar entubando. Eu sou backside então acho que era mais difícil mas eu sempre me preparei muito para enfrentar a onda tanto fisicamente como mentalmente. O meu melhor resultado foi um 9˚ lugar, é um pointbreak desafiante. Algumas meninas não se dão muito bem na onda e outras conseguiam bons resultados.”

Rochelle Ballard, radicada no Havai e tub-rider: “Acho muito triste tirar teahupoo, era a onda que verdadeiramente inspirava as surfistas a ter suas melhores performances e expressar seus talentos. Essa onda separava as pessoas que tinham condições de desafia-la e as que não tinham. Eu me lembro quando começamos a alguns anos atrás e só algumas conseguiam realmente surfar o tubo e no decorrer dos anos fomos aprendendo a enfrenta-la. Agora sem esse campeonato não tem mais incentivo quem gostava de se jogar em ondas de Teahupoo. Isso é uma parte do surf feminino que vai se perder um pouco, mas sempre vão ter meninas que vão correr atrás de pegar tubos, pois isso é uma coisa que agente tem paixão. Para mim uma campeã mundial precisa saber pegar tubos, surfar ondas grandes e pequenas, pointbreaks, fazer drops cavados, todos os tipos de ondas. Não somente uma condição de surf.”

Por Isabelle Nara / Matéria publicada no site Waves.com.br

25 janeiro 2007

Surfistas falam sobre videos de surf

O mercado de vídeos de surf vem crescendo a cada ano, e já temos produções brasileiras que se destacam no exterior. A industria do surf feminino vem crescendo com pranchas acessórios e surf wear, mas e o ramo de produção áudio-visual? Já temos algumas propostas de produção áudio-visual com atletas brasileiras. Confira uma enquête sobre a importância dessas produções que estão surgindo no Brasil e o que a galera acha dessa inovação.

Brigitte Mayer- campeã brasileira 1998 "As meninas vão poder olhar e almejar, ver os ídolos delas e ajuda a difundir o esporte que é o mais importante. Quanto mais gente tiver acesso ao que acontece no mundo do surf feminino melhor.”

Andy Irons – tricampeão mundial “ Muito Importante, eu assisto muitos filmes de surf. Eu acho que ajuda a aprender diferentes técnicas e como surfar diferentes tipos de ondas. Se você tem um vídeo de surf vc pode estudar alguns estilos e como os profissionais surfam nas ondas.

Andréa Lopes - tetracampeã brasileira "Um vídeo de surf feminino vai ser muito importante. Porque hoje em dia todas as coisas estão bem voltadas para o publico do surf feminino, agente tem clinicas, equipamentos, roupa de borracha. Nada melhor do que um vídeos né!"

Teço Padaratz- organizador do wct masculino  Alem do mais, hoje em dia no mercado de surf o feminino já é metade dos rendimentos das empresas vem das coleções femininas.

Yries Pereira O surf brasileiro esta em alto nível e com um DVD brasileiro agente começa a ter um ideal de surf como as brasieliras, não começa mais a querem a surfar igual as gringas.

Alice Santos-surfista E que isso vai gerar novas gerações querendo pegar onda, por que é um esporte muito saudável.

Tais de Almeida – top 8 supersurf Pra mostrar não só no Brasil mas lá fora também! Que no Brasil esta crescendo e as meninas estão quebrando. E que agente vai chegar junto! Não tem nenhum ainda e vai ser o primeiro. O surf feminin evoluiu pra caramba e eu acho que já era pra ter um a muito tempo com as tops do Brasil."

Leo Neves – bicampeão brasileiro "Isso só vai fazer crescer o esporte e fazer com que agente tenha novos ídolos e a galera vai começar a olhar mais para as surfistas. Um DVD é uma nova maneira de vc se comunicar com o publico do surf."

Evandro de Abreu – organizador do supersurf  "A roupa feminina dentro das lojas tinham pouco espaço e eu detectei a quatro anos atrás as vitrines nas lojas de surf hoje é dividida, 50% masculina e 50% feminina."

Já no surf masculino o mercado de vídeos tem produtores e publico, os atletas sabem a importância disto para a evolução do esporte.

Leo neves "Agente tem o Taj Burow, Kelly Slater, todos estes surfistas como nossos ídolos ... porque agente vê eles surfando dentro de casa com uma fita ou um DVD. Entao acho que agente aqui no Brasil ficou um pouco pra trás,  acho que os brasileiros mesmo não conhecem o surf dos brasileiros por que não tem uma fita pra ver ou um DVD. Agora ta melhorando e já estão começando a lançar mais vídeos no Brasil."

Teco  Padaratz

“ A importância de um vídeo de surf, seja no masculino ou feminino, é essencial! Porque é através do vídeos que vai se criando os ídolos, a imagem dos principais atletas. E essas imagens, através de um vídeo, vem de uma maneira muito mais original. A personalidade de cada atleta.

Andy Irons "Eu acho muito importante assistir videos de surf, Eu ainda assisto todos os dias! Gosto de assitir videos."

 

Produção entrevistas – Isabelle Nara / Ala Femenina

isabellenara@blogspot.com

Quer videos de SURF? www.youtube.com/isabellenara

25 outubro 2006

Festival Ala Feminina em Curitiba 2006





Festival Ala Feminina chega no sul do Brasil e apresenta vídeos de surf inéditos e muita diversão. O Festival Ala Feminina de Vídeos de Surf chega no Sul do Brasil, depois de passar pelo Rio de Janeiro e Bahia durante o mês de agosto. O primeiro festival de vídeos de surf feminino realizado no Brasil vai rolar em Curitiba no dia 23 de outubro, segunda feira, no Era Só Q Faltava, a partir das 21 horas, para quem quiser assistir os vídeos. Vai rolar também exposição de fotos de surf, sorteios de DVDs exclusivos e brindes. E para a galera se divertir show com o BLACK MARIA!! Mais de 10 vídeos estão disponíveis para a exibição exclusiva, sendo alguns filmes inéditos e que nem chegam a ser vendidos em lojas de surf. Uma oportunidade única aos amantes do esporte, de percorrer os melhores picos do mundo na companhia da Ala feminina.

Lançamento do projeto multimídia Ala Feminina

E mais! O festival chega com força total fortalecendo o crescimento do esporte, mostrando e incentivando o surf feminino pelo Brasil, o projeto multimídia Ala Feminina lança o 1˚ dvd de surf feminino com atletas brasileiras, Ala Feminina Brasil, o site oficial e a produção de vídeos na web e ainda programas de TV. Venha conferir!

Festival Ala Feminina de Vídeos de Surf

As melhores surfistas em cenas alucinantes percorrendo o Brasil, RJ, BA, PR, SC, SP e ES. Venha curtir a noite com agente!

Patrocínio. Mormaii Eye Wear

Co-patrocínio. Bom Preço Eletro-móveis, Malarrara e TBC Thiago Cunha

Apoio. Rhyno Foam, Sticky Bumps e  Wellcome Trips

Divulgação www.surfsession.com.br, RevistaFreeX.

15 agosto 2006

Festival Ala Feminina WCT Itacaré 2006

Edição Festival Ala Feminina de videos no Mundial de Surf WCT em 2006         

Datas: 24/08 e 07/09 de 2006 Local: Papa Terra, Itacaré Bahia 

Atrações 1º Festival Ala Feminina de Vídeos de Surf 

SURF BRASIL DVD Ala Feminina Brasil – produção Isabelle Nara – vídeo de surf performance com as atletas brasileiras, duração de 40 minutos. Atletas: Silvana, Francisca, Tais, Juliana G,Juliana Quint, Andréa Lopes entre outras surfistas de destaque.

FREE SURF Indonésia - produção Márcio Trindade – vídeo de surf com Maya Gabeira erm Asu com ondas lindas e uma edição bacana, duração de 11min. Maldivas – produção Billabong – vídeo de surf com as atletas billabong nas maldivas. Ala Free- Ubatuba SP Suelen Naraisa, Macumba RJ – Silvana Lima.

SURF PERFORMANCE WCT Austrália – surf performance das TOPs WCT na 1˚ etapa de 2006, clipes de atletas, duração 12 min. Fiji - surf performance das TOPs WCT na 2˚ etapa de 2006, clipes de atletas, ondas e algumas entrevistas sobre: as incríveis condições, vacas cortantes no fundo de coral e com a campeã do evento, Melanie, Duração de 20 min. Tahiti  - vídeo de surf da ASP com as Tops do circuito mundial, destaque para Keala Kennelly, primeira surfista a fazer tow-in em Teahupoo, duração de 50 minutos.

VIAGEM WCT Ala Gringa -  Hawaii e Fiji – vídeos de surf com viagens de Jacqueline Silva e Tita Tavares, imagens de varias atletas em free style, o caminho dos picos de barco ou carro. Destaque para vitórias de jacqueline silva e Sofia Mulanovich nos eventos. 2 videos com duração de 16 min.

Festival Ala feminina na volta do mundial de surf no Brasil

Billabong Brasil

Pousada Pedra Torta - 73-32513278 – reservas@pousadapedratorta.com.br

Pousada Vira canoa - 73- 3251-2525 – www.viracanoa.com.br

Pousada Pituba – 73- 3251-2050 – pousadapitubabahia@yahoo.com.br

Pousada Shangrila – 73 – 3251-2571 – pousadashangrila@yahoo.com.br

Pousada Papa terra -  73 – 3251-2137 – www.papaterra.com.br

Restaurante Mistura Fina – 73 3251-2289

 Patrocínio: Mormaii

Copatrocínio: Rhyno Foam, Sticky Bumps, TBC Thiago Cunha, Escola Barra Surf

Apoio: Malarrara e Loja True Surf

Divulgação: Waves Realização: Radical Zone Videos Comunidade no orkut: Ala Feminina

 isabellenara@blogspot.com